
Do ELIZA ao ChatGPT: como a humanidade continua se apegando a máquinas que parecem entendê-la
Muito antes do ChatGPT, uma funcionária do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) sentou-se diante de um terminal e começou a conversar com um programa de computador. Ela acompanhara por meses o chefe desenvolver aquele código e sabia exatamente do que se tratava. Ainda assim, após trocar algumas frases com a máquina, virou-se para ela e pediu: “Você se importaria de sair da sala, por favor?” O chefe era Joseph Weizenbaum e o programa se chamava ELIZA. Apresentado em artigo científico em 1966, é considerado o primeiro chatbot da história. Sessenta anos depois, a cena da secretária virou uma lenda…











